ISSN 1807-734X   QUALIS A2
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Janeiro Março 2013
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Prezados leitores e colaboradores da Brazilian Business Review,
 
Gostaria de começar o editorial apresentando, ao nosso público, os números da nossa revista, referentes ao ano de 2012. Nesse último ano, foram submetidos 266 artigos, representando um aumento de mais de 21%, em relação ao ano de 2011. Em 2012, foram aceitos 18 artigos, o que nos dá uma taxa de aceitação de aproximadamente 7%, com 93% de rejeição.
 
Em relação à velocidade do processo de submissão, em 2012, o tempo médio de avaliação, na primeira rodada, ficou em torno de 73 dias, com mediana de 53 dias. Nas rodadas subsequentes, o tempo médio de avaliação da revista ficou em 13 dias, com mediana de 11 dias. Com relação ao número de rodadas necessárias para aceitação de um artigo, o mínimo observado foi duas rodadas de avaliação, com o máximo de cinco rodadas.
 
Esses números traduzem o resultado do trabalho na BBR ao longo de 2012, quando nós, editores e avaliadores, trabalhamos para proporcionar aos nossos autores pareceres de qualidade com bastante agilidade, elementos que julgamos essenciais para a continuidade do sucesso de nossa revista.
 
A primeira edição de 2013 da BBR traz um conjunto de seis trabalhos das áreas de finanças e contabilidade. Esta edição é aberta com o artigo de autoria de Márcio Telles Portal, de João Zini e de Carlos Eduardo S. da Silva. Os autores investigam como políticas de caixa e de endividamento podem ser utilizadas como instrumentos de hedge pelas empresas brasileiras. O segundo artigo, de autoria de Giovani Brito e de Eliseu Martins, investiga se a adoção de práticas contábeis conservadoras leva à redução do custo do financiamento bancário das empresas brasileiras.
 
O terceiro artigo da edição, de autoria de Ricardo Goulart Serra e Roy Martelanc,examina a estimação de betas para empresas com baixa liquidez no mercado. Os autores mostram que, para ações que não são negociadas todos os dias, os betas podem ser  mais bem estimados utilizando-se o método trade-to-trade, para periodicidade diária. Na sequência, Alessandra Pasqualina Viola, Margarida Sarmiento Gutierrez, Claudio Henrique Barbedo e Andre Luiz Carvalhal da Silva estudam decisões macro sobre a estrutura a termo do câmbio. Mais especificamente, os autores buscam entender como as ofertas de swaps cambiais e dos swaps cambiais reversos feitas pelo BACEN impactam na estrutura a termo do cupom cambial.
 
O penúltimo artigo desta edição é de autoria de Luiz de Magalhães Ozorio, de Carlos de Lamare Bastian Pinto, de Tara Keshar Nanda Baidya e de Luiz Eduardo Teixeira Brandão. O artigo avalia possibilidades de produção de aço em grande escala para siderúrgicas integradas utilizando a abordagem de opções reais. Finalmente, fechando esta edição, Luiz Paulo Fávero apresenta, de forma conceitual e aplicada, os principais estimadores de dados em painel que podem ser utilizados na contabilidade, bem como a definição do modelo mais adequado a ser adotado em função das características dos dados.
 
Espero que os leitores da BBR façam bastante proveito das novidades trazidas nesta edição. Boa leitura.
 
Bruno Funchal
Editor-chefe da Brazilian Business Review

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